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Garantido no Ceará em 2012, Juca quer título estadual para que torcedor volte a confiar no time
Juca não está no grupo dos jogadores no Ceará que tem sua permanência no clube questionada. Com contrato até 5 de dezembro de 2012, o volante curte as férias, mas já faz planos para sua próxima temporada no Vovô.
No Alvinegro desde setembro, Juca demorou a estrear com a camisa alvinegra e só foi aproveitado apenas nos últimos jogos da equipe na Série A. Mesmo com pouco tempo, o jogador conquistou a confiança do técnico Dimas Filgueiras, que o elegeu como capitão do time. O jogador não conseguiu evitar o rebaixamento da equipe para a Série B, mas já sabe como poderá voltar a fazer a torcida feliz: conquistando o bicampeonato cearense.
“Afirmo com todas as letras que o Ceará entrará no Campeonato Cearense 2012 para vencer novamente, como foi nesse ano. Seria um ponto de partida importante para resgatarmos a confiança do torcedor no nosso time”, comentou o atleta.
Ao fazer um balanço de seu desempenho de 2011, o jogador ressalta que depois de muito tempo parado entre sua saída do Deportivo La Coruña-ESP (em maio) até sua estreia no Ceará (contra o Avaí, no dia 6 de novembro de 2011) chegará em 2012 com uma condição física bem melhor.
“Procurei dar o máximo de mim. Infelizmente na última temporada no La Coruña tive vários pequenos problemas que não me deixaram ter uma sequência de jogos. Cheguei ao Ceará já recuperado, mas só passei a ser aproveitado nos últimos jogos. Mesmo assim, ainda me tornei capitão da equipe, o que me encheu de orgulho. Tenho certeza que 2012 será um ano melhor para todos nós”, destacou Juca, hoje com 32 anos.
Fonte: Esportes O POVO
De quem é a culpa?
O Ceará fecha a 12ª rodada do returno do Brasileirão com a pior campanha e caminha a passos largos para a 2ª divisão: 12 jogos, 7 derrotas, 4 empates e apenas uma vitória.
De quem é a culpa? Impossível não delegar essa responsabilidade à Diretoria do Clube. Depois de insistir com Wagner Mancini que conseguiu desconstruir um time que tinha no entrosamento e na união do grupo desde 2009 a sua força, perdeu jogadores-chaves que exerciam uma liderança positiva e que eram alicerces emocionais para o grupo, além de fazer contratações mais do que equivocadas de profissionais que, se muito, conseguiriam contrato para atuarem na Segunda Divisão. Lembro que alguns destes foram contratados a peso de ouro.
Dos que partiram, lamenta-se Magno Alves e Geraldo, peças fundamentais no ano passado e o zagueiro Anderson e o lateral Ernandes, ambos brilhando no Atlético-Go que, a propósito, já está garantido na série A do próximo ano.
Dos que vieram e não justificaram suas contratações citamos Roger, Egídio, Edmilson, Enrico, Leandro Chaves e o incrível Felipe Azevedo que consegue hipnotizar a “quase” todos, mantendo-se entre os titulares e, pasmem, sendo escalado pelos dois treinadores como meia- armador o que, diante da falta de habilidade e criatividade desse jogador, seria cômico se não fosse trágico. Ademais, cito os que jogaram e foram descartados, além dos que sequer entraram em campo, entre outros: Diego Macedo, Kleber, Anderson Luís, Diguinho e Juca.
A Diretoria demorou a tirar o invencionista Mancini que dos doze pontos disputados no segundo turno conquistou apenas dois (17% de aproveitamento) e, para não perder o costume, cometeu mais um erro, talvez o último e fatal, trouxe de volta o inoperante Estevam Soares que conseguiu se equiparar a Mancini ganhando apenas cinco dos vinte e quatro pontos que o time disputou sob seu comando (20% de aproveitamento). O que dizer de um treinador que, faltando oito jogos para o final do campeonato, dos vinte e quatro pontos a serem disputados precisa ganhar doze, entra em campo com quatro volantes de contenção sendo que, desses quatro, um que estava parado há mais de um ano por contusão, portanto sem ritmo de jogo e destoando em campo e, mais, com Felipe Azevedo como o responsável pela criação? O que dizer?
A inoperância do treinador se evidenciou quando ele deixou o volante Careca durante todo o primeiro tempo sem conseguir acompanhar a velocidade e a dinâmica do jogo, visivelmente sem ritmo e fora de forma e se confirmou quando ele colocou Nicácio, artilheiro do time na temporada, faltando míseros quinze minutos para acabar o jogo, além de ressuscitar Egídio que, como já era esperado, nada acrescentou ao desorganizado time do Ceará. É inaceitável para um treinador com a experiência de Estevam Soares.
Agora a Diretoria tem uma missão mais que difícil pela frente, decidir quem será o novo comandante alvinegro para os sete jogos finais sem ter mais direito a equívocos. Não é fácil esta missão diante das circunstâncias, pois, os erros cometidos, a demora na reação para os ajustes desses erros e a reincidência dos mesmos nas novas escolhas, colocaram o Ceará nessa situação na reta final do campeonato que, lamentavelmente, o coloca como provável participante da série B do próximo ano.
À torcida do Vozão dedico minha solidariedade porque tenho o mesmo sentimento pelo Clube e o mesmo sofrimento pela situação.
À Diretoria, meu lamento. É verdade que não podemos esquecer os acertos que trouxeram o Ceará à elite do futebol brasileiro e ao respeito conquistado nacionalmente, além do saneamento financeiro do clube depois de várias gestões desastrosas e maléficas ao Ceará Sporting Clube, mas, o ano de 2011 foi marcado por erros recorrentes que podem levar o Ceará de volta a série B e agora, mesmo não sendo justo jogar essa responsabilidade apenas sobre os atletas, somente eles poderão tirar o Vozão dessa situação desastrosa, independente do treinador que venha assumir o time nessa reta final.
Autor: Ricardo Feijão
Estevam Soares não é mais o técnico do Ceará
Após a derrota de 1 x 0 do Ceará, para o Atlético/PR, na tarde deste domingo, o técnico Estevam Soares e integrantes da Diretoria Executiva do Vovô, presentes em Curitiba/PR, se reuniram.
Depois de uma longa conversa, em comum acordo, foi definido que Estevam não é mais o técnico do Alvinegro de Porangabuçu.
A diretoria do Ceará agradece ao treinador e aos seus auxiliares, Pedro Gama e Gérson Sodré, pelos serviços prestados e pelo profissionalismo ao defender o Ceará durante os 41 dias à frente da equipe.
Fonte: CearaSC.net
Ex-presidente da FCF, Mário Degésio, faleceu nesta manhã
Aos 84 anos, Mário Degésio faleceu nesta manhã, em sua residência, e o presidente Evandro Leitão lamentou a perda. “O futebol cearense perdeu um grande desportista. Ele foi uma pessoa importante para o nosso futebol e a sua partida entristece a todos”, disse Evandro. Degésio foi representante do Ceará na FCF e foi conselheiro do clube.
O velório está sendo realizado, na funerária Paz Eterna Velório, localizada na rua Júlio Siqueira, 854 – Dionísio Torres, mesmo local da missa, às 15h30min. O sepultamento está marcado para as 16h30min, no cemitério Parque da Paz.
À família enlutada, nossos sinceros sentimentos. Que Deus possa estar iluminando o caminho de todos, dando forças no momento difícil da perda de um familiar querido.
Fonte: CearaSC.net